quarta-feira, 9 de maio de 2012

Cuidados que devemos ter com os animais domésticos quando chega o inverno.

Com a chegada do inverno, devemos tomar alguns cuidados essenciais com os animais de estimação! Animais sentem frio, até mesmo os mais peludos! Por esse motivo, devemos sempre colocar panos e/ou papelão para eles se esquentarem, principalmente em locais onde o inverno é mais rigoroso. As roupinhas também os ajudam, especialmente os animais de pelo curto, como Pinschers, vira-latas, dentre outros. Os banhos devem ser de preferência em um Pet Shop, pois eles têm água aquecida e secadores potentes para não deixar seu animalzinho passar frio e secar bem os pêlos.
Existem algumas doenças que ocorrem principalmente no inverno, como por exemplo, a Cinomose e a Gripe dos Canis (Traqueobronquite Infecciosa Canina), existem vacinas para prevenir essas doenças. Por esse motivo, antes do início da estação, deve-se consultar um médico veterinário para saber se as vacinas do seu animal estão em dia. É importante ficar atento com os animais idosos, pois eles podem ter artrite, artrose (inflamação ou desgaste das articulações) ou hérnias de disco e no inverno essas doenças agravam. Mantenha seu animal sempre bem quentinho e consulte um médico veterinário para prevenir esses problemas. Com essas dicas, seu pet não vai sentir as baixas temperaturas do inverno! (Fonte: homeopet.com.br)

Russia cria uma reserva especial para Leopardos e Tigres Siberianos, animais que estão em extinção.

O governo russo criou uma reserva de 1.610 quilômetros quadrados para proteger o habitat de leopardos-de-amur e tigres siberianos. O parque nacional, apelidado de Terra do Leopardo, fica no extremo oriente da Rússia. A Sociedade para Conservação da Vida Selvagem (WCS) diz que a reserva combina refúgios existentes de vida silvestre e terras anteriormente desprotegidas ao longo da fronteira chinesa. Enquanto grupos de conservação têm elogiado a Rússia pela iniciativa, especialistas dizem que é “muito pouco e muito tarde” para salvar o leopardo-de-amur, em perigo crítico de extinção. A Rússia se diz “otimista” em fornecer um refúgio essencial para alguns dos gatos mais ameaçados de extinção no planeta. Estima-se que 30 leopardos-de-amur ocupam uma fatia estreita de floresta entre o Mar do Japão, a leste, e a província de Jilin, na China, a oeste.
Em uma área mais ampla de habitat da floresta, cerca de 500 tigres siberianos, também chamados de tigres de Amur, permanecem em estado selvagem. Joerns Fickel, do Instituto de Pesquisa Zoológica e de Vida Selvagem, em Berlim, na Alemanha, que estudou tanto o leopardo-de-amur quanto o tigre siberiano, disse que a reserva é “um passo significativo na direção certa”, mas ressaltou que proteger uma área tão grande dos caçadores é um desafio. A densidade de presas e a cobertura são dois componentes principais para garantir a sobrevivência dos tigres, disse ele. Para os leopardos, que nem sabemos quantos existem e ainda estão reproduzindo, a situação é muito triste. . Antes tarde do que nunca O WCS apontou que os tigres regularmente atravessam a fronteira para a China, e a proximidade das reservas dessa fronteira representava “uma fonte essencial para a recuperação da população dos tigres no nordeste da China”. A ONG WWF concorda que esta “conexão através da fronteira” é crucial. “Esperamos que, através do espaço protegido para os leopardos viverem, caçarem e se reproduzirem, eles vão começar a se recuperar como o tigre siberiano, que ainda está em perigo, mas fez um retorno espetacular desde os anos 1930, quando apenas 20 restavam”, disse a líder para conservação de espécies da organização, Diane Walkington. O Dr. Fickel foi menos otimista. “É melhor que nada, e talvez para o tigre, não seja tarde demais”, disse. “Mas para os leopardos, a esperança é a última que morre”.[BBC] Fonte: Hypescience

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Os Coalas podem entrar para a lista dos animais em extinção.

O governo australiano planeja incluir coalas na lista de espécies ameaçadas ou vulneráveis em certas regiões do país. A decisão permite ao governo proteger essas regiões contra as indústrias madeireira e de mineração, de forma a permitir a recuperação das populações de coalas. Mesmo assim, ambientalistas temem que isso não seja suficiente e pedem mais proteção. Estima-se que menos de 80 mil coalas vivam na natureza. Os motivos para o declínio da população de coalas vão de mudança climática à expansão imobiliária e doenças. (Fonte: terra.com.br e BBC brasil)

O tratamento de um Osteopata que trata e ajuda os bebês elefantes a superarem traumas.

A pequena Wendi entrou em estado de choque quando viu sua mãe morrer e não conseguia respirar normalmente. Somente com a ajuda de um osteopata pioneiro o animal superou o trauma e cresceu normalmente. A história de Wendi, um bebê elefante no Quênia, é uma das que Tony Nevin, que há duas décadas viaja pelo mundo tratando todos os tipos de lesões em animais selvagens, melhor se recorda. Tudo começou quando Nevin, que até então tinha apenas pacientes humanos, ofereceu seus serviços em um centro de resgate de animais perto de sua casa na Inglaterra para ajudar um quati doente que não respondia a nenhum tratamento. Desde então, Nevin tratou de elefantes a pássaros, morcegos, rinocerontes e cobras. E a chave muitas vezes são as emoções, disse ele à BBC Mundo. Nevin é um osteopata, ou seja, alguém que trata doenças e dores manipulando coluna, músculos e articulações dos pacientes.
Pressão com as mãos "No caso dos bebês elefantes que ficaram órfãos, (eles) muitas vezes viram a mãe morrer nas mãos de caçadores e predadores. Esse choque tende a se manifestar de forma que o diafragma, a cabeça e o maxilar se contraem", disse Nevin. A tensão no diafragma faz com que o animal não respire normalmente e isso acaba afetando todo o seu sistema digestivo, impedindo-o de se alimentar corretamente ou responder ao tratamento convencional com remédios. Alguns animais não sobrevivem, outros vivem com problemas por toda a vida. "É uma reação de reflexo, parecida com o sofrimento humano em casos de choque. No tratamento, uso as mãos e as mesmas técnicas que aprendemos em cursos básicos para tratar as pessoas." É como afinar um instrumento musical, no caso o sistema nervoso central, ou seja, cérebro e espinha dorsal, disse o osteopata à BBC. Colocando delicadamente as mãos sobre o paciente, ele trabalha com a respiração para alterar o estado do diafragma, "liberando a pressão cuidadosamente como se afrouxasse um elástico". Com diferentes tipos de pressão, Nevin envia mensagens para o sistema nervoso central do animal. "A medida que o elefante inspira e expira, eu altero a pressão com as mãos, o que envia mensagens para a coluna para aumentar a comunicação com o diafragma. Eu também posso usar os pontos de pressão na mandíbula para ajudar a relaxar os músculos nesta área corpo." Nevin diz que "é algo semelhante ao que acontece com uma pessoa, quando está muito tensa e range os dentes". Exercendo pressões de intensidades diferentes com as mãos para acompanhar a respiração do animal, Nevin restaura a comunicação entre os músculos e o sistema nervoso central "que sabe como operar normalmente, o problema é o estado de choque". A pneumonia é outra condição que pode afetar os órfãos de elefante, que não têm a proteção do corpo da mãe. "Elefantes não podem tossir, mas algum movimento pode ser feito para o fluido suba a partir dos pulmões para ser expelido."
Mudança dramática Alguns elefantes respondem a um único tratamento, enquanto outros exigem várias sessões. Nos jardins zoológicos na Inglaterra, Nevin também usa câmeras infravermelhas que mostram problemas no fluxo sanguíneo do animal em uma tela. O resultado pode ser dramático. "Você vê uma grande mudança no comportamento e na personalidade (do elefante). Lembro-me de um caso na Tailândia, o da elefante adulta Dah, que ficou aterrorizada por todos os ruídos da cidade e pelo bosque. Ela só andava unida pela tromba aos companheiros." Dah trabalhou arrastando troncos, mas quando o governo tailandês proibiu a exportação de algumas madeiras, os elefantes ficaram "desempregados" e foram levados para Bangcoc para trabalhar com turistas. "Após duas semanas, pudemos tratá-la e liberar a tensão em seu corpo. A mudança foi dramática, ela só queria brincar. Os tratadores e eu ficamos com lágrimas nos olhos." As técnicas utilizadas são semelhantes no caso de outras espécies. "É como se fosse um computador. Você precisa reiniciar o sistema nervoso e existem muitas técnicas diferentes para fazer isso." Quando trata de cobras, Nevin recebe ajuda de suas pessoas, para que o animal "não se enrole em meu corpo". "Cobras também têm tensão nos músculos", afirma. O interesse pelo uso da osteopatia em animais está crescendo e duas universidades, no País de Gales e em Londres, já oferecem cursos de pós-graduação. O osteopata diz que espera um dia poder trabalhar com grandes felinos e outras espécies na América Latina.
O reencontro Para Nevin, uma das maiores satisfações de seu trabalho é "ter o privilégio de trabalhar com animais selvagens que, quando eles são saudáveis, rejeitam qualquer contato, mas quando estão mal permitem que eu me aproxime". Outra grande alegria para o osteopata britânico é que os animais tratados voltem à natureza, como Wendi. "Quando tratei dela, ela tinha três semanas de vida e estava com pneumonia. Sete anos depois, eu estava em um lago no Parque Nacional de Tsavo, no Quênia, com vários bebês órfãos quando um grupo de elefantes adultos de aproximou. Um deles foi direto para mim e começou a me cheirar da cabeça aos pés, para a surpresa dos guardas do parque, que me perguntaram se eu conhecia o animal." "Ela tem sete anos?", Perguntei. "Sim", responderam, "e o nome é Wendi". "Foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida." (Fonte: terra.com.br/bichos)

O cãozinho que cuida da bicicleta do dono e ainda sobe na garupa (Que lindinho!!).

Um cãozinho da raça golden retriever virou segurança de uma bicicleta. O bichinho, que vive na China, tornou-se sensação na internet, ao não desgrudar do meio de transporte do seu dono. Enquanto está sozinho, o cachorro deixa as duas patas dianteiras apoiadas o tempo todo na bicicleta, tentando evitar que ela seja atacado por ladrões. Quando o dono retorna, ele sobe sozinho na garupa e ainda late, dando sinal de que a viagem já pode começar. (Fonte: uol.com.br/bichos)

sábado, 5 de maio de 2012

A triste descriminação da sociedade à alguns animais, que acabam sendo rejeitados.

Dentro de um oceano de cães e gatos abandonados, existe uma parcela que padece ainda mais quando vai parar nas ruas. São os que tiveram a “infelicidade” de nascer pit bull, os que sofrem de algum problema de saúde, aqueles que entraram na terceira idade, ou, simplesmente, os vira-latas comuns, pretinhos ou beges. Essas são algumas das vitimas de uma sociedade que não se prepara antes de trazer um mascote pra casa, que não previne as crias ou, simplesmente, enjoa e descarta o pobre bicho sem nenhuma razão ou diante da primeira dificuldade. Isso sem falar no descaso das autoridades, que poderiam impedir as fábricas de filhotes e o comércio sem escrúpulos que despeja mais e mais animais, alimentando o problema. Na cidade de São Paulo, a lei 14.483/07 exige que todos os animais vendidos ou doados sejam castrados. Mas quem fiscaliza?
Na esfera estadual, a lei 12.916/08, veta a eutanásia de animais sadios pelos CCZs. Uma vitória? Seria, se as prefeituras estivessem preparadas para prevenir o problema e abrigar os animais, as vezes por longo tempo, de forma digna. Sejam eles confinados ou abandonados ao seu próprio destino, esses animais amargam o drama da rejeição. Raça rotulada: Um triste símbolo do momento caótico que estamos vivendo são os pit bulls. Antes um fenômeno mundial, hoje eles lotam os CCZs do país e, quando têm a chance de cair nas mãos de um bom protetor, amargam longo período antes de serem adotados. Em 2009, o CCZ paulista contabilizava 120 pit bulls, mais de um terço das 350 vagas disponíveis – não precisa ser bom em matemática pra ver que são números assustadores. A ARCA Brasil destacou o drama que a raça enfrenta há pelo menos 10 anos e criou um cartaz com informações básicas para candidatos e futuros donos das chamadas raças “potencialmente agressivas”. O material foi distribuído em todo o país como encarte da revista Nosso Clínico, podendo ainda, a qualquer momento, ser solicitado por correio a ARCA Brasil. De acordo com fonte do CCZ de São Paulo, atualmente o órgão divulga os pits mansos em feiras de adoção, no entanto, a raça ainda sofre nas mãos de pessoas inescrupulosas e nas rinhas – que ainda persistem.
Velhinhos e deficientes: “Se há preconceito com humanos, que dirá com os animais? Se os saudáveis são abandonados, imagine os deficientes ou idosos?” “Muitos donos querem se desfazer de seu cão ou gato por estarem ‘velhos demais’, isso, infelizmente, é comum”, complementa Arlete Martinez (da Ong.SAVA). O abandono de idosos na capital paulista é muito grande e eles hoje representam 30 a 40% dos abrigados no CCZ. “Para promover a adoção usamos o emocional, explicamos que são animais mais calmos, que não vão comer móveis, destruir a casa, mesmo assim as pessoas não querem um animal com mais de 7 ou 8 anos”, revela Arlete. Informação e ações públicas são fundamentais para diminuir esse drama. Velhinhos, fama de mau, deficientes, pretos, não importa, eles contam com a sociedade. Se você quer ajudar, não compre, adote. E castre seu animal, não abandone, zele por sua saúde e cobre as autoridades, principalmente as recém eleitas que levantam a bandeira da causa animal. Está na hora de agir! (Fonte: arcabrasil.org.br)

A esperança de um futuro melhor para os touros.

A WSPA está à frente de duas campanhas, uma no México e outra na Costa Rica, para dar fim às touradas. No último dia 17 de abril, a WSPA apresentou a parlamentares mexicanos uma petição com 23 mil assinaturas de pessoas de todo o mundo a favor da criação de uma emenda legislativa estabelecendo a proibição definitiva das touradas na Cidade do México. “Proibir as touradas na Cidade do México seria um marco importante em nossa luta para proteger o bem-estar destes animais em todo o mundo”, observou Marcela Vargas, gerente de programas da WSPA para o México, a América Central e o Caribe. A deputada Maricela Contreras acrescentou: “É extremamente importante para nós recebermos estas assinaturas, já que elas expressam a voz da sociedade manifestando o seu apoio à proibição das touradas”. Contreras, juntamente com sua colega de parlamento Aleida Alaves, comprometeu-se a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para garantir votos no Congresso em apoio à proibição. (Fonte: wspabrasil.org)