domingo, 2 de outubro de 2011
DUCK, ESTÁ PRECISANDO DE UM LAR.........ADOTE-O OU AJUDE A ACHAR ALGUÉM PARA ADOTÁ-LO.
OI GENTE,ESSE É O DUCK,TEM MAIS OU MENOS 1 E 6 MESES,ESTA CASTRADO,VACINADO E VERMIFUGADO!!!!
ELE ESTA PRECISANDO DE UM DONO QUE NÃO SEJA VIRA LATA, E NEM PRECONCEITUOSO.JÁ SOFREU MUITO NAS RUAS,JÁ PASSOU FOME,FRIO E DOR.
PEÇO A TODOS QUE ME AJUDEM A DIVULGÁ-LO,POIS É MUITO CARENTE,E UM POUCO CIUMENTO.
SERÁ ENTREGUE COM TERMO DE ADOÇÃO,ELE ESTA NO RIO DE JANEIRO,QUEM QUISER ADOTÁ-LO,LIGUE POR FAVOR P/:98811113 REJANE
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
A raiva é um problema global, e cada um deve ajudar vacinando o seu animalzinho para que essa triste doença seja controlada.
Vinte milhões de cães são brutalmente mortos a cada ano; ou seja, 38 cães por minuto, através de meios terríveis, como o envenenamento, o espancamento e a eletrocussão.
No entanto, a maior tragédia por trás de tudo isto está no fato de que a matança de cães, frequentemente utilizada como método de controle da Raiva, não ajuda a erradicar a doença. A solução, na verdade, está na vacinação em massa dos animais.
Raiva: um problema global com solução global
Embora a Raiva seja mais propagada na África e na Ásia, a doença ainda é um problema global. Por isso, a WSPA faz um apelo mundial contra a matança desenfreada de cães e a favor de campanhas eficazes de vacinação antirrábica. Em trabalhos de campo como o realizado em Bali, a WSPA colocou uma coleira no pescoço de cada cão vacinado, como forma de demonstrar às comunidades que eles estavam protegidos contra a Raiva.
“Eu acho um horror inadmissível o fato de que há 20 milhões de cães sendo mortos no mundo anualmente, a maioria por medo da Raiva, quando há uma solução clara para este quadro,” afirmou Leona Lewis, mais uma pessoa pública a apoiar a causa da WSPA. “Eu realmente quero ajudar a WSPA a espalhar esta mensagem no mundo inteiro para darmos um fim a estas crueldades. Ao educarmos as pessoas e levarmos campanhas de vacinação a lugares diferentes, estaremos ajudando não somente os cães, mas as suas próprias comunidades.”
"A Raiva, é uma séria ameaça à vida de homens e cães”, pondera Ray Mitchell, diretor de campanhas internacionais da WSPA. “Com o sucesso alcançado nas recentes campanhas de vacinação antirrábica na Ásia e na América Latina, a WSPA demonstra mais uma vez que um mundo sem a Raiva não significa um mundo sem cães”, destaca.
Para a Gerente de Programas Veterinários da WSPA Brasil, Rosangela Ribeiro, apesar do Brasil ainda enfrentar problemas com Raiva canina, humana e silvestre, o país se destaca no controle humanitário da Raiva há mais de três décadas. “Desde 1973, quando o Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Controle da Raiva (PNCR), o objetivo foi eliminar a Raiva humana transmitida por animais através da vacinação de cães e gatos gratuita em massa e, de fato, conseguimos avançar muito. No entanto, infelizmente, a Raiva ainda não foi erradicada em todo território nacional. Portanto, não podemos deixar de vacinar os animais, já que este é o método mais efetivo e humanitario de se controlar esta terrível zoonose”.
(fonte: www.wspabrasil.org)
Veja algumas curiosidades sobre os animais de estimação, que vale pena vc.conhecer
É muito comum as pessoas terem um animal de estimação, principalmente em famílias com crianças que a intenção é de dar aos pequenos o contato com o bichinho, gatos, cães, papagaios, porquinhos da índia, hamster, coelhos, cacatua, calopsita e alguns até exóticos, é mais comum vermos cães e gatos dentro de apartamentos e casas, eles são dóceis, obedientes, companheiros e brincalhões, por estes e muitos outros motivos que desejamos sempre estar por perto destas fofuras. Apesar de muitas pessoas afirmarem conhecer seus animais de estimação, existem muitas curiosidades que a maioria não sabe.
• Cães: eles cheiram a “traseira” um do outro para se reconhecerem, uma espécie de comprimento, em volta do ânus a uma glândula que permite que eles se identifiquem como se fosse a digital dos cães.
• Gatos: eles se esfregam nos objetos e nos humanos para marcar território.
• Hamster: os dentes dos hamsters não param de crescer nunca, assim como suas unhas.
• Papagaios: contrário do que muitas pessoas acreditam, eles não falam, apenas imitam e reproduz um som que ouviram, ou seja, ele nunca dirá algo sem antes ter ouvido você falar.
• Coelhos: assim como os hamsters os dentes dos coelhos não param de crescer, por isso eles roem tudo, mas apesar disso não são considerados roedores.
• Calopsitas: assim como os papagaios elas podem reproduzir sons, poucas aves como esta tem a capacidade de serem treinadas para obedecer a seus donos.
Seu animal de estimação pode lhe oferecer muito mais que uma companhia, por isso é importante dar valor e cuidar como se fosse um membro de sua família.
• Cães: eles cheiram a “traseira” um do outro para se reconhecerem, uma espécie de comprimento, em volta do ânus a uma glândula que permite que eles se identifiquem como se fosse a digital dos cães.
• Gatos: eles se esfregam nos objetos e nos humanos para marcar território.
• Hamster: os dentes dos hamsters não param de crescer nunca, assim como suas unhas.
• Papagaios: contrário do que muitas pessoas acreditam, eles não falam, apenas imitam e reproduz um som que ouviram, ou seja, ele nunca dirá algo sem antes ter ouvido você falar.
• Coelhos: assim como os hamsters os dentes dos coelhos não param de crescer, por isso eles roem tudo, mas apesar disso não são considerados roedores.
• Calopsitas: assim como os papagaios elas podem reproduzir sons, poucas aves como esta tem a capacidade de serem treinadas para obedecer a seus donos.
Seu animal de estimação pode lhe oferecer muito mais que uma companhia, por isso é importante dar valor e cuidar como se fosse um membro de sua família.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Orientações sobre como ajudar que o seu caõzinho e gatinho sejam amigos de verdade
A amizade entre cães e gatos é possível, através de um trabalho de socialização que poderá durar por toda a vida.
Essa socialização entre os animais dependerá do dono, que precisará ter paciência, agradando-os e recompensando-os a medida que forem se aceitando.
Procure tratar a todos da mesma maneira, evitando o ciúme, com o tempo aceitarão a idéia de convivência.
Para que comecem a se aceitar, coloque uma velha camiseta de malha que você tenha usado e não tenha lavado para o gato dormir alguns dias, depois transfira-a para a caminha do cachorro e vice-versa.
Nunca bata nos animais por serem hostis, isso só piorará a situação.
Estando em um lar, longe dos perigos da natureza aos zelos e carinhos do dono, esquecerão suas diferenças e se revelarão grandes amigos.
Manter a cartela de vacinação em dia também é uma prova de amor ao seu bichinho de estimação, verifique-a e leve seu animalzinho a um veterinário periodicamente.
Fonte:www.greepet.vet.br
Um amor de amizade entre dois animais(Se os seres humanos fossem como eles, talvez o "mundo" fosse bem melhor!!)
Depois de perder os pais, um orangotango de três anos de idade estava tão deprimido que se recusava a comer e não respondia muito bem aos tratamentos e remédios.
A orangotango encontrou uma nova razão para viver e se esforça ao máximo para fazer seu novo amigo acompanhá-lo em suas atividades.
Os veterinários achavam que ele iria se entregar à morte. Foi então que um velho cão foi encontrado perdido nos arredores do centro de preservação de animais. Quando foi levado para dentro da sala de tratamento, o cachorro se encontrou com o orangotango, e os dois se tornaram amigos inseparáveis desde então.
A natação é o esporte favorito de ambos, embora Roscoe (o cachorro) ainda tenha um pouco de medo da água e precise da ajuda do amigo para atravessar a nado.
A orangotango “Suryia” e o vira-lata “Roscoe” mantêm uma linda amizade em Myrtle Beach, no estado da Carolina do Sul (EUA).
Juntos descobriram o lado engraçado da vida e o valor da amizade.
Sempre juntos, por toda a vida.
Fonte: ANDA
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Conheça a comovente história de amor e amizade entre dois rapazes e um leão (Mais um exemplo de ser humano a ser seguido)
Christian foi um leão encontrado em 1969 por dois australianos que moravam em Londres, John Rendall e Anthony 'Ace' Bourke (erroneamente citado num artigo do Daily Mail como Ace Berg) na loja de departamentos Harrods.
Eles o encontraram, a venda, no departamento de animais exóticos e, comovidos com suas condições e futuro, decidiram comprá-lo.
Rendall E Bourke cuidaram do leão até que ele tivesse um ano de idade. O tamanho cada vez maior de Christian e o custo para mantê-lo fizeram com que eles percebessem que não poderiam mantê-lo em Londres por muito tempo. A solução veio quando Bill Travers e Virginia McKenna, estrelas do filme Born Free, visitaram a loja de móveis de Rendall e Bourke, onde Christian passava seus dias. Travers e McKenna sugeriram, então, que eles pedissem a ajuda de George Adamson, um conservacionista Kenyano que, justamente com sua esposa Joy, foi o assunto de seu filme. Adamson concordou em ajudá-los na adaptação de Christian para a vida selvagem na Reserva Nacional de Kora.
Adamson gradualmente apresentou Christian a um leão mais velho - 'Boy' - e, subsequentemente, para a filhote fêmea Katiana, na tentativa de formar o núcleo de um novo bando. No entanto, alguns infortúnios assolaram este novo bando: Katiana foi, provavelmente, devorada por crocodilos enquanto bebia água. Outra fêmea foi morta por leões selvagens. Os eventos atingiram 'Boy' de forma tal que ele perdeu sua habilidade de socializar-se com outros leões e humanos. Ele acabou sendo baleado no coração por Adamson, depois de ferir um homem fatalmente.
Desta forma, Christian acabou sendo o único sobrevivente do bando original.
Adamson continuou seu trabalho, e, após um ano o bando estabeleceu-se na região de Kora, tendo Christian como o líder do bando iniciado por 'Boy'.
Quando Rendall e Bourke foram informados por Adamson do exitoso resultado em 1971, eles viajaram para o Kenya para visitar Christian. A visita foi filmada e transformou-se no documentário Christian, The Lion at World's End. De acordo com este documentário, Adamson alertou Rendall e Bourke para a possibilidade de Christian não recordar-se deles, mas o filme mostra um leão, inicialmente cauteloso, correndo ao encontro dos dois homens, envolvendo os braços em torno dos seus ombros e lambendo seus rostos. O documentário também mostra as fêmeas Mona e Lisa, e um filhote chamado Supercub saudando os dois homens, devido à influência de Christian.
Rendall conta de um encontro final, ocorrida em 1972. Nesta época, Christian já estava a frente de seu próprio bando, tinha filhotes seus e era quase duas vezes maior do que no vídeo do encontro de 1971. Adamson avisou-os de que a viagem poderia ser em vão, porque ele não via o bando de Chirstian há 9 meses. Entretanto, eles descobriram, ao chegar em Kora, que Christian e seu bando haviam retornado para o complexo de Adamson no dia anterior a sua chegada.
Rendall descreve a visita que ele. Bourke e George Adamson fizeram: "Nos o chamamos, ele levantou e começou a caminhar em nossa direção, lentamente. Então, como se tivesse se convencido de que eramos nós mesmos, ele começou a correr ao nosso encontro, pulando sobre nós e nos abraçando, como ele costumava fazer, colocando suas patas sobre nossos ombros."
O reencontro durou até o dia seguinte, pela manhã, quando todos foram dormir. De acordo com Rendall, esta foi a última vez que alguém viu Christian.
** Veja o lindo vídeo do nosso amigo Christian:
sábado, 24 de setembro de 2011
UMA NOVA ESPÉCIE DE MACACO FOI ENCONTRADA NO MATO GROSSO
O novo primata do gênero Callicebus - conhecido como zogue-zogue - foi encontrado entre os rios Guariba e Roosevelt pelo biólogo Júlio Dalponte.
Notícias relacionadasCientistas encontram crânio completo de macaco de 20 milhões de anosDieta faz 'orangotango mais gordo da Grã-Bretanha' perder 20kgCientistas temem que pesquisas médicas criem macacos falantes
Tópicos relacionadosMeio Ambiente, Natureza Segundo Dalponte, uma espécie de barreira criada pelos dois rios e seus afluentes pode separar ao menos três espécies diferentes do mesmo gênero de macacos.
"Esses animais são muito específicos de espaços que ficam entre rios de porte médio e grande. Cada espaço desses tem uma espécie. Então é difícil encontrarmos este mesmo macaco em outros lugares, por exemplo. Daí a importância de conservar essas áreas", disse o biólogo à BBC Brasil.
"Este zogue-zogue, que encontramos entre as margens direita do rio Roosevelt e esquerda do rio Guariba, possui um padrão de coloração do pelo diferente de todas as outras espécies conhecidas do mesmo gênero naquela região."
Dalponte afirmou ainda que uma possível segunda nova espécie de macaco foi avistada perto do rio Guariba, mas ainda é preciso fotografá-la.
Classificação
Um dos macacos da nova espécie, que foi encontrado morto, foi levado para o Museu Emílio Goeldi, em Belém, no Pará, onde está sendo estudado e classificado de acordo com as normas internacionais de taxonomia.
"Precisamos comparar as características desses animais com o que já conhecemos. Mas temos certeza de que se trata de uma nova espécie", explicou Dalponte.
No entanto, a descrição completa das características do novo zogue-zogue deve levar pelo menos seis meses para ser concluída.
Mais um ano pode ser necessário para que um estudo sobre ele seja aprovado pelos comitês de publicações científicas especializadas.
O animal foi descoberto durante a Expedição Guariba-Roosevelt, organizada pela organização de proteção animal WWF Brasil em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso.
A expedição reuniu nove pesquisadores, que percorreram quatro unidades de conservação ambientais do Estado para colher informações e elaborar um novo plano de manejo destas áreas.
(fonte: BBC Brasil)
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"Este zogue-zogue, que encontramos entre as margens direita do rio Roosevelt e esquerda do rio Guariba, possui um padrão de coloração do pelo diferente de todas as outras espécies conhecidas do mesmo gênero naquela região."
Dalponte afirmou ainda que uma possível segunda nova espécie de macaco foi avistada perto do rio Guariba, mas ainda é preciso fotografá-la.
Classificação
Um dos macacos da nova espécie, que foi encontrado morto, foi levado para o Museu Emílio Goeldi, em Belém, no Pará, onde está sendo estudado e classificado de acordo com as normas internacionais de taxonomia.
"Precisamos comparar as características desses animais com o que já conhecemos. Mas temos certeza de que se trata de uma nova espécie", explicou Dalponte.
No entanto, a descrição completa das características do novo zogue-zogue deve levar pelo menos seis meses para ser concluída.
Mais um ano pode ser necessário para que um estudo sobre ele seja aprovado pelos comitês de publicações científicas especializadas.
O animal foi descoberto durante a Expedição Guariba-Roosevelt, organizada pela organização de proteção animal WWF Brasil em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso.
A expedição reuniu nove pesquisadores, que percorreram quatro unidades de conservação ambientais do Estado para colher informações e elaborar um novo plano de manejo destas áreas.
(fonte: BBC Brasil)
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